top of page

Entre as atividades do Griot estão estudos teóricos e práticos que resultam na publicação de artigos científicos, teses, livros, projetos experimentais e reportagens. As reflexões se dão acerca dos aspectos técnicos e éticos do jornalismo com foco nos direitos humanos fundamentais. Abaixo, disponibilizamos publicações do laboratório. 

  • Artigos científicos
"Narrativas jornalísticas de viagem e o olhar comprometido com o ético-social"
Autores: Edson Silva e Loraine França
Intercom Centro-oeste 2018
  • Teses
"La construcción social de la realidad de niños y adolescentes en la prensa de Campo Grande, Mato Grosso do Sul"
Autor: Edson Silva 
Tese de Doutorado - Universidad Autónoma de Barcelona
  • Livros
deus-foi-dormir-iago-porfirio.jpg
"Deus foi dormir: Histórias da favela Cidade de Deus"
Autor: Iago Porfírio
Editora Terceira Via Edições
Recebeu o prêmio de melhor livro-reportagem da região Centro-oeste pela Expocom/Intercom em 2018.
  • Projetos experimentais
"Assentamentos humanos - narrativas jornalísticas de viagem e o uso da grande reportagem multimídia"
Autora: Loraine França Gonçalves (2017)
Palavras-chave: Narrativas jornalísticas de viagem; grande-reportagem multimídia; assentamentos humanos; direitos humanos; APA Baía Negra
"Favela Cidade de Deus: histórias de uma comunidade (quase) invisível"
Autor: Iago Porfírio (2016)
  • Reportagens
eles-vivem-no-meio-da-rodovia-loraine-fr
"Eles vivem no meio da rodovia"
Autora: Loraine França Gonçalves (2017)
Esta reportagem mostra a difícil vida dos ribeirinhos da Área de Proteção Ambiental (APA) Baía Negra, em Ladário - MS, vítimas da falta de políticas públicas efetivas que garantam os direitos constitucionais como saúde e saneamento; trabalho e lazer; educação; moradia. Enfim, a dignidade humana. Entre suas reivindicações imediatas estão as casas sustentáveis que viabilizam a harmoniosa convivência ser humano-natureza. É população tradicional, que deu vida à rodovia Transpantaneira, abandonada há 38 anos. Deveriam gozar do status de gente imprescindível ao zelo da baía e todo seu entorno. Mas não é o que acontece, uma vez que a pífia política pública destinada às famílias, mina suas esperanças, inscrevendo-os como espécie de refugiados de guerra em seu próprio território, atacados pelo fogo amigo. Leia o que dizem os personagens.(clique aqui)
escravos-do-carvao-capa.png
"Escravos do carvão"
Autora: Caroline Carvalho (2017)
Durante a década de 90, a atividade carvoeira em Mato Grosso do Sul foi denunciada internacionalmente por empregar mão de obra em péssimas condições de trabalho. Na época, milhares de trabalhadores e trabalhadoras eram submetidos à exaustão física e psicológica em jornadas superiores a 12h diárias, associadas à baixa ou nenhuma remuneração, o que pode ser interpretado como a reedição de um regime escravocrata, que a lei prefere abrandar, chamando de “condições análogas à escravidão”. Mesmo com os repetitivos esforços governamentais e não-governamentais para transformar a realidade de vida dos trabalhadores, muitos enfrentam ainda hoje as consequências dos maus tratos do passado, têm seus direitos violados e vivem em condições precárias nas ruas de Ribas do Rio Pardo. Nesta reportagem,  apresentada em quatro capítulos, conheça a história do trabalho no mundo da produção de carvão e suas mazelas, que tiveram início com as políticas de incentivos fiscais instituídas pelos governos militares nos anos 70. Leia a reportagem. (clique aqui)
bottom of page