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Onde está Bigode? Com a palavra, o governo brasileiro


Antônio Martins Alves é um dos pesquisados pelo projeto "De frente para a América do Sul: um olhar biográfico sobre assentamentos humanos sul-americanos na perspectiva dos direitos humanos fundamentais", sediado no GRIOT e coordenado pelo professor Dr. Edson Silva

O desaparecimento de Antônio Martins Alves, o “Bigode”, completou no último dia 16, seis meses. O caso segue sem solução e nada se sabe sobre o paradeiro do idoso de 82 anos que sumiu de sua casa no Assentamento Canaã, linha do Córrego Azul, em Bodoquena no dia 16 de julho de 2021.

Em outubro do ano passado, o caso chegou à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que emitiu Medida Cautelar em favor de Antônio Martins Alves, e considerou o desaparecimento como uma “situação grave e urgente risco de dano irreparável a seus direitos no Brasil”. A medida é um mecanismo de proteção em que um Estado (neste caso o Brasil) é solicitado a garantir proteção a uma ou mais pessoas em risco. Veja a decisão da CIDH clicando aqui.

Sediada em Washington, capital dos Estados Unidos, a Comissão é um órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), e atua na promoção e proteção dos direitos humanos no continente americano. Representantes independentes de sete países formam a composição da CIDH.

Bigode é um dos pesquisados do projeto “De frente para a América do Sul: um olhar biográfico sobre assentamentos humanos sul-americanos na perspectiva dos Direitos Humanos Fundamentais”, sediado no GRIOT - Laboratório de Investigação em Jornalismo, Direitos Humanos e Narrativas Complexas.

O GRIOT reafirma a necessidade na resolução do caso e mais uma vez indaga:

ONDE ESTÁ BIGODE?

Com a palavra o Governo Brasileiro com todo o suporte investigativo que dispõe para o esclarecimento e resolução do caso.

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