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UM POVO QUE ENFRENTOU 'FORTES BATÁIAS'

Quando Mato Grosso era terra paraguaia




(Texto: Loraine França/Fotos: Edson Silva e Loraine França)

Na Serra da Bodoquena (MS), 538 mil hectares da Reserva Indígena Kadiwéu são protegidos por guardiões e guardiãs Ejiwajegi, também denominados Kadiwéu. Na cultura, a dança, o arco e flecha, a técnica da doma de cavalos, o grafismo e a cerâmica. No sangue, a história de uma nação indígena marcada pela resistência e luta na guerra com o Paraguai. Em um Brasil rico em etnias mas, historicamente, em dívida com indígenas, negros, quilombolas e outros povos tradicionais, o povo Kadiwéu é o exemplo de que a luta ainda continua. E para relembrar e resgatar a cultura que lhes pertence, uma festividade: o 5° Festival da Cultura Kadiwéu, que aconteceu de 8 a 11 de agosto na aldeia Alves de Barros, uma das seis existentes no território indígena. O Griot – Laboratório de Investigação em Jornalismo, Direitos Humanos e Narrativas Complexas, na esteira do projeto de pesquisa “De frente para a América do Sul: um olhar biográfico sobre assentamentos humanos sul-americanos na perspectiva dos direitos humanos fundamentais”, acompanhou e documentou a atividade por dois dias. Nos arquivos, fotos, áudios, vídeos e a história de uma etnia de extrema importância para Mato Grosso do Sul e o Brasil. Relatos que, em breve, serão disponibilizados.



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